Como era o corpo real dos faraós do Antigo Egito?

Como era o corpo real dos faraós do Antigo Egito?

Muitos faraós egípcios eram obesos e diabéticos devido a uma dieta rica em mel, pães e cervejas calóricas.

Embora a arte egípcia mostre faraós atléticos, tomografias em múmias revelam uma realidade diferente. A realeza consumia excesso de açúcar e carboidratos, resultando em obesidade, diabetes e problemas cardíacos. Como eram vistos como deuses e evitavam o esforço físico, sua saúde real contrastava com a perfeição das estátuas.
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A análise paleopatológica moderna transformou nossa compreensão sobre a saúde da elite egípcia. O Dr. Zahi Hawass e pesquisadores da Universidade do Cairo utilizaram tomografias computadorizadas para examinar múmias famosas, como a da Rainha Hatshepsut, que viveu por volta de 1450 a.C. Os exames revelaram que ela era obesa, sofria de diabetes e possuía cáries severas, evidenciando uma dieta prejudicial.Diferente da população comum, que tinha uma dieta baseada em vegetais, a realeza desfrutava de banquetes diários com pães refinados, bolos saturados de mel e cervejas densas. A cerveja egípcia da época era espessa e altamente nutritiva, funcionando quase como uma refeição líquida rica em açúcares. Esse consumo excessivo de carboidratos simples levava à resistência à insulina e ao acúmulo de gordura visceral.Estudos publicados na revista científica 'The Lancet' também identificaram aterosclerose em mais de metade das múmias analisadas em um estudo de 2011. Isso prova que as doenças cardiovasculares eram comuns entre os nobres devido ao estilo de vida sedentário e à alimentação gordurosa. A discrepância entre as múmias e as estátuas ocorre porque a arte egípcia seguia cânones de idealização religiosa, onde o faraó deveria parecer eternamente jovem e vigoroso.
Fato verificado FP-0007476 · Feb 20, 2026

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