Quem realmente construiu as pirâmides do Egito?
A Grande Pirâmide de Gizé foi construída por trabalhadores qualificados e bem remunerados, e não por escravos.
Escavações revelaram uma cidade operária com padarias e açougues que forneciam carne diariamente aos construtores. Esses trabalhadores recebiam cuidados médicos avançados e eram organizados em equipes competitivas que demonstravam orgulho pelo projeto.
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A descoberta de túmulos de trabalhadores próximos às pirâmides na década de 1990 pelo arqueólogo Zahi Hawass mudou a compreensão histórica sobre o Egito Antigo. O fato de serem enterrados perto do faraó indica que esses homens não eram escravos, mas cidadãos respeitados. Estudos estimam que cerca de 20.000 a 30.000 trabalhadores participaram da construção ao longo de 20 anos.Análises de restos de ossos de animais na Vila dos Trabalhadores mostram que eram consumidos diariamente cerca de 1.800 kg de gado, ovelhas e cabras. Essa dieta rica em proteínas era um luxo na época e servia para manter a força física necessária para mover blocos de 2,5 toneladas. A logística de alimentação era tão complexa que exigia uma rede de suprimentos vinda de todo o delta do Nilo.Evidências osteológicas analisadas por especialistas mostram que os operários tinham acesso a tratamentos médicos sofisticados. Foram encontrados esqueletos com ossos regenerados de fraturas complexas e até sinais de cirurgias cerebrais bem-sucedidas. Isso prova que o Estado investia pesadamente na saúde e na recuperação de sua força de trabalho especializada.As equipes eram divididas em grupos chamados 'phylai', com nomes como 'Amigos de Quéops' ou 'Bebedores de Micerinos'. Essas divisões sugerem um sistema de competição saudável e camaradagem que motivava o progresso da obra. O projeto não era fruto de opressão, mas sim uma demonstração massiva de organização estatal e devoção religiosa ao faraó.
Fato verificado
FP-0007512 · Feb 20, 2026