Onde a adrenalina é produzida no corpo humano?
As glândulas suprarrenais, do tamanho de uma noz, liberam adrenalina em menos de 200 milissegundos para preparar o corpo para o perigo.
Localizadas sobre os rins, essas glândulas reagem instantaneamente a ameaças. Ao detectar perigo, o cérebro envia um sinal elétrico que faz as glândulas dispararem adrenalina na corrente sanguínea. Esse processo é mais rápido que um piscar de olhos e ativa a resposta de 'luta ou fuga', aumentando os batimentos cardíacos e a energia para garantir a sobrevivência.
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As glândulas suprarrenais, também conhecidas como adrenais, são divididas em duas partes principais: o córtex e a medula. A medula adrenal é a responsável direta pela secreção de catecolaminas, como a adrenalina (epinefrina) e a noradrenalina. Quando o hipotálamo detecta uma situação de estresse, ele ativa o sistema nervoso simpático, que envia impulsos nervosos diretamente para a medula adrenal.Estudos de fisiologia humana indicam que essa comunicação neuroendócrina permite que a adrenalina chegue à corrente sanguínea em menos de 0,2 segundos. Uma vez liberada, a adrenalina se liga aos receptores adrenérgicos espalhados por diversos órgãos. Isso causa a dilatação das passagens de ar nos pulmões e a redistribuição do fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos, preparando o organismo para uma ação física intensa.Historicamente, o termo 'adrenalina' foi isolado pela primeira vez em 1901 pelo químico japonês Jokichi Takamine. Desde então, a ciência médica utiliza esse hormônio em tratamentos de emergência, como em casos de choque anafilático ou paradas cardíacas. A precisão desse sistema é vital, pois permite que o corpo humano reaja a ameaças externas muito antes que a mente consciente consiga processar totalmente a situação.
Fato verificado
FP-0007815 · Feb 20, 2026