Por que o chiclete era item obrigatório na ração dos soldados na Segunda Guerra?
Na Segunda Guerra Mundial, o exército dos EUA comprou tanto chiclete que o produto desapareceu das lojas civis.
O chiclete era essencial para aliviar o estresse e manter o foco dos soldados. A demanda militar foi tão alta que empresas como a Wrigley suspenderam as vendas ao público geral para priorizar as tropas. Ao serem enviados para o exterior, os soldados distribuíram chicletes para civis na Europa e Ásia, transformando o doce em um símbolo global de liberdade.
Nerd Mode
Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA classificou o chiclete como um item essencial para as rações de campo dos soldados. Estudos militares da época indicavam que o ato de mascar ajudava a reduzir a tensão muscular, aumentava o estado de alerta e combatia a boca seca em ambientes áridos. Entre 1941 e 1945, a demanda militar cresceu de forma exponencial, consumindo quase toda a produção nacional.A Wrigley Company, principal fabricante do setor, tomou uma decisão drástica em 1944. Devido à escassez de ingredientes de alta qualidade, como o açúcar e a borracha natural (chicle), a empresa retirou suas marcas famosas como Spearmint e Juicy Fruit das prateleiras civis. Toda a produção premium foi direcionada exclusivamente para as Forças Armadas dos EUA que lutavam no exterior.Para manter a marca viva no mercado interno, a Wrigley lançou uma campanha publicitária icônica pedindo que os civis 'lembrassem deste rótulo' até que a guerra acabasse. Enquanto isso, os soldados americanos tornaram-se embaixadores culturais involuntários. Eles distribuíam chicletes para crianças e adultos em países libertados, o que ajudou a estabelecer o produto como um ícone da cultura americana e da modernidade no pós-guerra.
Fato verificado
FP-0007538 · Feb 20, 2026