Como a adrenalina altera os batimentos cardíacos durante o estresse?

Como a adrenalina altera os batimentos cardíacos durante o estresse?

A adrenalina pode triplicar os batimentos do seu coração em segundos durante situações de perigo.

Conhecida como o hormônio de 'luta ou fuga', a adrenalina sinaliza ao coração para bombear sangue mais rápido. Isso garante que seus músculos recebam oxigênio extra para reagir a uma ameaça. Em momentos de estresse extremo, a frequência cardíaca pode saltar de 70 para 200 batimentos por minuto, criando a sensação de que o coração vai pular do peito.
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A adrenalina, quimicamente denominada epinefrina, foi isolada pela primeira vez em 1901 pelo químico japonês Jokichi Takamine. Ela é produzida nas glândulas suprarrenais, localizadas acima dos rins, e liberada na corrente sanguínea em resposta a estímulos do sistema nervoso simpático. Esse processo faz parte do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que prepara o corpo para o estresse agudo.Ao atingir o coração, a adrenalina se liga aos receptores beta-adrenérgicos nas células musculares cardíacas. Isso desencadeia uma cascata química que aumenta a entrada de cálcio nas células, resultando em contrações mais fortes e rápidas. Estudos da American Heart Association indicam que, sob estresse extremo, o débito cardíaco pode aumentar de 5 litros para até 25 litros de sangue por minuto.Além do coração, a adrenalina causa a dilatação das passagens de ar nos pulmões e a quebra de glicogênio em glicose no fígado. Essas mudanças fornecem um surto imediato de energia e oxigenação para os tecidos. Pesquisas da Mayo Clinic confirmam que essa resposta fisiológica é um mecanismo de sobrevivência evolutivo essencial para a preservação da espécie humana em situações críticas.
Fato verificado FP-0007960 · Feb 20, 2026

- Corpo Humano -

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